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segunda-feira, 1 de março de 2010

Violent Phoenix - 2008


Quem não se lembra dos paulistanos do Panzer? Pois é, o Reviolence, foi formado em 2003 por ex-integrantes desta banda que marcou o cenário metálico nacional.

O Reviolence desde seu primeiro EP em 2003, In Pieces, chamou a atenção da mídia especializada na Europa com seu Thrash Metal arrasador, mas, em 2008 com o lançamento de seu segundo EP, Violent Phoenix, a banda alçou os maiores vôos de sua história e conseguiu conquistar de vez o mundo, e é este EP que iremos comentar a partir de agora.

Neste registro de 2008, a banda é formada por Edson Graseffi (Drums), Mauricio Cliff (Bass), Carlos Furtado (Vocals) e Guilherme Spilack (Guitars).


Como é de costume (vício dos tempos do curso de desenhos) vamos falar sobre a capa. A arte da capa é muito bacana, uma boa produção e ilustra bem o som da banda, parabéns ao Reviolence.
Como eu baixei o álbum no site da banda, não posso comentar sobre encartes e coisas do gênero.

Vamos as faixas:


01 – Violent Phoenix – Se inicia com uma levada bem bacana na cozinha rítmica. Logo é emendado um belíssimo riff de guitarra e os vocais entram com tudo. Os riffs de guitarra se voltam para o Heavy Metal clássico enquanto o resto da banda senta a porrada no Thrash, uma excelente mistura. Refrão fácil e marcante, além de um solo memorável.


02 – Abduction – Excelentes riffs. Thrash Metal praticado em sua essência, sem riscos. Grande música tente parar seu pescoço se for capaz. Mais cadenciado, mas não menos pesado ou fraco que a primeira. Mais um maravilhoso solo.


03 – The Annunciation – Faixa instrumental com menos de um minuto. Bem bacana. Apenas uma ponte entre as músicas.


04 – About Angels and Demons - Riff grudento e grandes vocalizações. Mantendo o nível do registro. Mais um Thrash de qualidade.

É impressionante como a boa música ultrapassa as fronteiras. Um registro com apenas quatro músicas foi o suficiente para a banda conquistar o mundo.

É latente ouvir o Reviolence e não pensar em nomes como Metallica (aquela primeira fase, mais crua que todos amamos), Slayer e até mesmo, Kreator.
Sem dúvida uma grande banda que merece a divulgação e o reconhecimento que anda obtendo.

Atualmente a banda está lançando seu full-lenght intitulado Modern Beast. Se seguir os moldes deste EP, com certeza iremos ouvir falar muito desta promissora banda do cenário nacional.


Lembrando que para a gravação deste novo registro, a banda teve a baixa de seu vocalista, Carlos Furtado, sendo substituído por Rod Starscream. Não deixe de ouvir.


Tracklist:


01 – Violent Phoenix
02 – Abduction

03 – The Annunciation
04 – About Angels and Demons

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Violent Revolution – 2001



Vamos ao décimo trabalho desta banda pioneira do movimento Thrash alemão.


Depois de passar pela fase experimental / industrial, começada em Renewal (1992) e que perdurou até Endorama (1999), em 2001 o Kreator mostrou ao mundo metálico com o lançamento de Violent Revolution que ainda tinha muito ódio nas veias.


Desta vez a banda traz em seu line-up, Mille Petrozza (Vocals / Guitars), Sami Yli-Sirnio (Guitars) substituindo Tommy Vertteli, Christian Giesler (Bass) e Ventor Reil (Drums).


A capa do álbum lembra a usada pela banda no excelente Coma Of Souls, o que já indicaria que seria mais um belo trabalho desses alemães. Com certeza um excelente trabalho visto que é uma das capas mais lembradas até hoje.


Para os colecionadores de plantão e fãs mais ávidos, Violent Revolution, possui uma edição em digipack limitada em 10.000 cópias que contém uma faixa bônus: Violent Revolution (demo).


Vamos as faixas:


01 – Reconquering The Throne – A música começa já na base da porrada, Mille investe em vocais rápidos. A variação para a hora do refrão foi bem sacada e com certeza se tornou um dos grandes hinos da banda. Não tem como não bangear ouvindo esse som.


02 – The Patriarch – Faixa instrumental curta, somente com os instrumentos de corda que serve como ponte para o início da faixa título.


03 – Violent Revolution – A faixa título. Assim como Reconquering The Throne, o som já começa com pressão, o refrão serve para ser cantado em uníssono com todos, excelente faixa para shows e com certeza um marco não só para o Kreator mas como para a cena Thrash alemã. A faixa também contém um belíssimo solo


04 – All Of The Same Blood (Unity) – Guitarras rápidas, é a única maneira de se descrever o início deste som. Mais uma música Thrasher excepicional.


05 – Servant In Heaven / King In Hell – Início com uma nota alta de guitarra apoiando a levada do baixo. Excelente trabalho da cozinha rítmica. Os vocais são mais arrastados e o peso continua no mais perfeito estilo Kreator de ser.


06 – Second Awakening – O início é mais devagar em relação as faixas anteriores mas a melodia é cativante.


07 – Gheto War – A batida do bumbo da bateria já faz o coração disparar. Os riffs são certeiros e não deixam dúvidas de que é mais uma boa música para se bangear.


08 – Replicas Of Life – Início melódico e bem lento. A coisa só pega depois de um minuto e alguma coisa (eu sei que é pouco, mas pelo que vinha sendo apresentado até aqui no decorrer do álbum é muito). Thrash sem sustos, ou melhor com um pequeno susto inicial.


09 – Slave Machinery – A bateria de Ventor realmente é instigadora, não tem como ficar parado ao ouvir as batidas das baquetas desse cara. Mais um excelente solo de guitarra compõe o andamento da faixa. Faixa no melhor estilo Thrash.


10 – Bitter Sweet Revenge – Mais uma grande música com todos os elementos que se espera de um Thrash Metal.


11 – Mind On Fire – Mille realmente é um vocalista fora do comum, o cara canta, grita e tudo na mais perfeita harmonia. Uma grande aula.


12 – System Decay – A última faixa mantém o pique imposto desde o início do álbum.


Com certeza para muitos fãs esse trabalho foi a redenção do Kreator a cena do Heavy Metal. Um maravilhoso trabalho pesado e coeso. Realmente a banda mostra o porquê de ser uma das maiores do movimento Thrash europeu e porque sua música é referência para as bandas de hoje.


Um disco perfeito, não tem muito o que se dizer, apenas ouça e quebre seu pescoço ao sacudir ouvindo esse petardo. Hail !!! Confira.


Tracklist:


01 – Reconquering The Throne

02 – The Patriarch

03 – Violent Revolution

04 – All Of The Same Blood (Unity)

05 – Servant In Heaven / King In Hell

06 – Second Awakening

07 – Gheto War

08 – Replicas Of Life

09 – Slave Machinery

10 – Bitter Sweet Revenge

11 – Mind On Fire

12 – System Decay

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Endorama (1999)

Nono álbum da banda alemã de Thrash Metal. Endorama é um álbum atípico na carreira do Kreator. Lançado em 1999, o álbum em questão aposta em um Heavy Metal mesclado a toques industriais. Será que foi o mesmo bichinho que mordeu o Metallica?


Pesado? Sim. Apesar de receberem inúmeras críticas da mídia, Endorama é um bom e pesado álbum de Heavy Metal.


A banda conta com Mille Petroza (Vocalc / Guitars), Ventor Reil (Drums), Christian Giesler (Bass), Tommy Vetterli (Guitars), além da participação de Tilo Wolff, vocalista da banda gótica Lacrimosa, na faixa título.


O encarte do álbum é simples e conta com as letras das músicas e uma foto dos músicos. A capa possuiu uma bela ilustração. A gravação conta com uma excelente produção e possui 12 faixas.


Para variar, para o mercado japonês o álbum tem uma faixa bônus ... Children Of A Lesser God. Em 2007, Endorama foi lançado em Colour LP em apenas 333 cópias, se tornando assim um item raro para colecionadores.


Vamos as faixas:


Golden Age – A música começa com uns “barulinhos” e logo é inundada por um belo riff. A faixa não tem a pegada do “antigo” Kreator, mas a vontade de bangear está lá.


Endorama – A faixa que conta com Tilo Wolff nos vocais. A veia gótica é latente, como não poderia ser diferente. Os vocais de Tilo e Mille se intercalam em uma curiosa combinação. Sem dúvida uma experiência agradável para os fãs de mente aberta.


Shadowland – Aqui no Brasil foi a faixa de trabalho da banda, inclusive lançada em um CD da extinta revista Planet Metal. Uma boa música com pegada e refrão grudento.


The Chosen Few – Início lento que logo é trocado por uma batida cadenciada da bateria e vocais industriais. A primeira faixa do álbum, onde o lado industrial fica mais evidente.


Everlasting Flame – A música começa com um belo riff melódico. Os vocais de Mille são acompanhados por um dedilhado e depois temos o aumento de peso, mas mesmo assim, não chegando ao Thrash. Talvez a mais melódica do álbum.


Passage To Babylon – Os vocais seguem o padrão da faixa anterior, com efeitos, mas diferente de sua antecessora, Passage To Babylon. É pesada e os vocais ficam rasgados em determinadas partes.


Future King – A sétima faixa nos traz de volta o peso (não chega a ser um Thrash mas empolga), a música tem uma boa levada e consegue levantar o ouvinte fazendo-o bangear novamente. Música pra rodar a cabeça e jogar o cabelo pro alto.


Entry – Faixa instrumental melodiosa, bonita e curta. Uma ótima ponte para a faixa vindoura.


Soul Eraser – Iniciada por uma gravação eletrônica que diz o nome da música, assusta o ouvinte pelo o que pode vir em seguida. Para nossa sorte, os caras não surtaram e mesclando o Thrash ao Industrial, fazem mais uma faixa de peso instrumental e vocais com efeitos. Belíssimo solo.


Willing Spirit – Faixa Heavy Metal com peso moderado. Faixa legal que não compromete o álbum nem a banda.


Pandemonium – Início empolgante, propícia para o bangear. Mesmo com alguns toques industriais levanta o ouvinte. Duvido você ficar parado ouvindo a esta música.


Tiranny – Última faixa para os pobres não-japoneses. Tiranny mantém a pegada de Pandemonium, mas menos pesada, porém não menos cativante.


Vamos ao saldo final desta audição. Um álbum interessante. É um álbum que deve ser ouvido com cuidado e mente aberta. Existem vários e vários pontos bons no registro e que não deixam o ânimo cair. Com certeza não é um disco ruim e nem tão pouco um disco mediano. Se você tem coragem e gosta de Heavy Metal acima de tudo, confira !!!


Tracklist:


01 - Golden Age

02 - Endorama

03 - Shadowland

04 - The Chosen Few

05 - Everlasting Flame

06 - Passage To Babylon

07 - Future King

08 - Entry

09 - Soul Eraser

10 - Willing Spirit

11 - Pandemonium

12 - Tyranny



quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Returning To The Slaughter (2004)

A banda Nosferatu foi criada em 1999 por Hussein Salim (Vocals/Guitars). Como em todo início de banda, a Nosferatu tocava inicialmente covers de bandas de Rock e Heavy Metal.


Depois de uma passagem sonora pelo Death Metal foi no Heavy Metal tradicional vindo da NWOBHM (New Wave Of British Heavy Metal) que a banda se firmou.


Em 2003 a banda lança sua primeira demo “Savoring The Blood”, no ano seguinte é lançado o EP “Returning To The Slaughter” que vamos destrinchar nos próximos parágrafos.


Em “Returning To The Slaughter” temos além de Hussein nas guitarras, Andherson Némer (Vocals), Ander Frias (Guitars), Gustavo Lúcio (Bass) e Diego Xavier (Drums).


O EP conta com seis faixas e apresenta um trabalho de gravação muito bem feito para um primeiro registro. A capa nos remete a década de 80, simples, mas, bela. O trabalho se mostra realmente como a frase que está escrita na contra capa do álbum: “This álbum is dedicated to all headbangers of the world.”, realmente um fantástico presente aos headbangers.


Vamos às faixas. Como escrito antes são seis faixas que compõem o álbum. São elas:


01 – Intro – Faixa instrumental belíssima totalmente calcada no Heavy Metal oitentista.


02 – Night Walker – Faixa comprida com quase oito minutos de duração, mas que não soa em momento algum maçante. O trabalho rítmico da bateria e do baixo são um grande atrativo na faixa. Os vocais de Andherson são limpos com alguns agudos. Os riffs de guitarra são certeiros e grudentos. Tem uma passagem instrumental no meio da música que prende o ouvinte. Enfim, tudo que um headbanger aprecia.


03 – Execution – Não, não têm nada haver com o carioca Renato Tribuzy. Uma faixa totalmente focada na NWOBHM. Não é difícil encontrar referências a bandas como Iron Maiden, Tysondog e outros grandes nomes da cena. Com certeza um maravilhoso “revival” dos tempos áureos do Heavy Metal. Solos e riffs primorosos de Hussein.


04 – Warrior (Instrumental) – Mais uma faixa instrumental. A faixa mostra a versatilidade da banda e mostra o trabalho coeso entre os músicos. Não é como algumas enjoativas que existem por aí. Um som gostoso de ouvir e viajar.


05 – Full Moon Night – Com uma batida na bateria que dá a impressão de que algo está prestes a acontecer, empolgante. A expectativa fica no ar e a guitarra começa a soar, a música tem um ritmo galopante bem nos moldes maideniânicos.


06 – Nosferatu – A última música vem a confirmar a veia oitentista da banda e confirmar o estilo e a qualidade da banda.


Em resumo temos um grande trabalho de uma grande promessa nacional. Se um dia existir um “revival” da cena tradicional, assim como hoje ocorre com a cena thrasher, com certeza, a Nosferatu será um dos grandes nomes.

Um álbum coeso, empolgante, e que não deve nada as bandas internacionais. Com certeza, uma boa pedida.


Este EP está sendo relançado no início de 2010 pela Dark Sun Records e trará um encarte contando a história da banda, fotos e músicas bônus. Este relançamento sairá nos formatos LP e CD. Os interessados em conhecer melhor a banda e adquirir os registros podem acessar o site: www.myspace.com/nosferatubrazil


Com certeza um grande nome da cena brasileira. Corra e garanta o seu.


Tracklist:


01- Intro

02- Night Walker

03- Execution

04- Warrior (Instrumental)

05- Full Moon Night

06- Nosferatu

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Helloween - Unarmed (2010)

Para começar 2010 e as comemorações de 25 anos da fundação da banda, o Helloween resolveu juntar seus sucessos dentre vários cds e regravá-los para um álbum comemorativo. O que muitos esperavam era "apenas" ouvir músicas como Eagle Fly Free, I Want Out, Future World dentre outras com a nova formação e principalmente na voz do Deris (Me desculpem as viúvas do Kiske, mas eu acho que ficaram fodas!!!). Mas o que se viu foi muito mais que isso, foram músicas com outra roupagem.

Dr Stein ficou engraçadíssima com trompetes na introdução. Até seu clipe ficou excelente, dando um toque bem debochado à música que já não possuía um tema,digamos,sério!

Future World ganhou um toque acústico, ficou muito boa pra se tocar em um lual. Ficou tão animada quanto já era, só que com esse toque diferente.

If I Could Fly ganhou uma nova introdução e ficou com ar de balada. Com certeza sua namorada irá gostar!!!

Where The Rain Grows também com ar acústico, baladinha, ficou bem legal e bem diferente da versão original.

Eagle Fly Free virou baladinha, com direito a vocal feminino (Desculpa, mas não sei quem canta com o Deris). Ficou interessante.

Perfect Gentleman continua engraçada como sempre, não perdeu em nada a música! A banda toda mandou muito bem, achei uma das melhores do cd.

Forever & One é o tipo de música que toda mulher gosta. Agora executada somente no piano, ficou mais bonita ainda. Se sua namorada curtia namorar ao som dela, agora vai gostar em dobro! Com certeza mais um dos destaques do cd.

I Want Out ganhou uma versão acústica e com uma introdução e refrão com coro de crianças retratando o espírito divertido da versão original.

Fallen To Pieces ficou pop!A pior música do cd. Entrou só pra dizer que havia uma música do Gambling no Unarmed. Mas poderia ter sido facilmente trocada.

A Tale That Wasn't Right ficou totalmente orquestrada, e acabou ficando chata. A versão original é muito superior. Infelizmente a música ficou sem graça, mas é uma versão interessante de se ouvir.

Agora por último deixei o grande destaque do cd!!!!

The Keeper's Trilogy

The Keeper's Trilogy é na verdade um medley orquestrado de Halloween, The Keeper Of The Seven Keys e The king Of 1000 Years. São 17 excitantes minutos de boa música, orquestra e peso. Acho que para os fãs da banda, com certeza essa é a melhor música do cd. Desde o começo a música anima, deixa aquela curiosidade de saber o que vem por aí. Excelente idéia da banda e que não cairia nada mal numa execução ao vivo. Claro que com uma orquestra seria difícil, mas mesmo em versão elétrica seria muito interessante de se ver! Por mim, The Keeper's trilogy poderia ter 25 minutos facilmente que não enjoaria dela!

Bom, esse cd causará muita alegria em uns e irritação em outros. Confesso que a primeira audição não é das mais agradáveis (exceto The keeper's Trilogy), mas que após 2 ou 3 você começará a curtir!

Foi uma idéia da banda inimaginável por nós fãs, diria uma coisa revolucionária. A mistura perfeita entre o amor e ódio dos fãs, mas que no fim fará sucesso!

Tracklist:

01. Dr. Stein
02. Future World
03. If I Could Fly
04. Where The Rain Grows
05. The Keeper's Trilogy
06. Eagle Fly Free
07. Perfect Gentleman
08. Forever & One
09. I Want Out
10. Falling To Pieces
11. A Tale That Wasn't Right


quarta-feira, 17 de junho de 2009

Eddies Archives - 2002

Um dos itens mais bonitos em uma coleção que tenha como referência o Iron Maiden. Esta box foi lançado em 4 de novembro de 2002, para celebrar a carreira de sucessos da banda e ganhou o nome de "Eddie's Archives". São setenta e sete faixas gravadas em três discos duplos que serão detalhados ao longo do artigo.

A Box metálica traz desenhos da mascote Eddie e detalhes em alto relevo, é limitada e foi lançada em duas tiragens, a diferença entre as duas se resume ao fatode que na primeira tiragem o interior da box é revestida com um “papel” azul quanto que na segunda tiragem o “papel” é vermelho. De qualquer forma é um item meio difícil de ser encontrado e caro.

Além dos três álbuns duplos contidos na box, o fã tem ainda certos presentes contidos em seu interior, um anel em alto relevo com a face da mascote Eddie, um pergaminho com a árvore “genealógica” da banda, um cálice de vidro com os pés em alto relevo e a face da mascote no fundo do cálice.




Existem canções com todos os três vocalistas que passaram na banda além de algumas gravações com o baterista Clive Burr e o guitarrista Dennis Straton.

Bom, falaremos de música agora. Os títulos dos álbuns são Best Of The B’Sides, BBC Archives e Beast Over Hammersmith. As gravações são muito boas em todos os registros. Os encartes são belíssimos e contém algumas fotos raras e interessantes da banda.

No Best Of The B’Sides, o ouvinte encontrará várias canções e versões disponibilizadas em singles ou ep’s lançados anteriormente pela banda. O grande atrativo fica por conta dos covers e passagens de som de algumas músicas durante as gravações. Já no BBC Archives o que se encontra são gravações que nos remetem ao período dos anos de 1979 a 1988.

As gravações aqui apresentadas com Paul Dianno mostram que o vocalista estava em uma grande fase nesta época e mexe com a mente dos fãs mais saudosistas. As gravações do primeiro disco deste álbum são retiradas de um especial no Rock Show Studio (1979), as faixas seguintes são retiradas do Reading Festival (1980) e para fechar uma performance em 1982, já com Bruce Dickinson nos vocais, na aclamada Beast Of The Road. O segundo disco traz faixas gravadas no festival The Monsters Of Rock – Donnington 1988 na turnê do álbum Seventh Son Of A Seventh Son. A performance da banda é impressionante.

No último disco, mas não o menos importante, Beast Over Hammersmith, temos praticamente a oficialização de um bootleg. As faixas aqui apresentadas são da turnê do álmum The Number Of The Beast durante o ano de 1982, quando excursionaram juntamente com o Judas Priest. Gravações históricas e de importância para todo o fã da banda.

Um excelente item de colecionador, apesar de tacharem a banda de mercenária devido aos inúmeros lançamentos da banda, é um item muito bacana e que vale o dinheiro gasto.

Confira:


BBC Archives

Disco 01
Friday Rock Show Session 1979
01. Iron Maiden
02. Running Free
03. Transylvania
04. Sanctuary
Reading Festival 1982
o5. Wrathchild
06. Run to the Hills
07. Children of the Damned
08. The Number of the Beast
09. 22 Acacia Avenue
10. Transylvania
11. The Prisoner
12. Hallowed Be Thy Name
13. Phantom of the Opera
14. Iron Maiden

Disco 02

Reading Festival 1980
15. Prowler
16. Remember Tomorrow
17. Killers
18. Running Free
19. Transylvania
20. Iron Maiden
Monsters Of Rock Festival Donington 1988
21. Moonchild
22. Wrathchild
23. Infinite Dreams
24. The Trooper
25. Seventh Son of a Seventh Son
26. The Number of the Beast
27. Hallowed Be Thy Name
28. Iron Maiden

,
Beast Over Hammersmith

Disco 01

29. Murders in the Rue Morgue
30. Wrathchild
31. Run to the Hills
32. Children of the Damned
33. The Number of the Beast
34. Another Life
35. Killers
36. 22 Acacia Avenue
37. Total Eclipse

Disco 02

38. Transylvania
39. The Prisoner
40. Hallowed Be Thy Name
41. Phantom of the Opera
42. Iron Maiden
43. Sanctuary 44. Drifter
45. Running Free
46. Prowler


Best of the B'Sides

Disco 01

47. Burning Ambition
48. Drifter (Live)
49. Invasion
50. Remember Tomorrow (Live)
51. I've Got the Fire
52. Cross-Eyed Mary
53. A Rainbow's Gold
54. King of Twilight
55. Reach Out
56. That Girl
57. Juanita
58. Sheriff of Huddersfield
59. Black Bart Blues
60. Prowler '88
61. Charlotte the Harlot '88

Disco 02

62. All in Your Mind
63. Kill Me Ce Soir
64. I'm a Move
65. Communication Breakdown
66. Nodding Donky Blues
67. Space Station No. 5
68. I Can't See My Feelings
69. Roll Over Vic Vella
70. Justice of the Peace
71. Judgement Day
72. My Generation
73. Doctor, Doctor
74. Blood on the World's Hands (Live)
75. The Aftermath (Live)
76. Futureal (Live)
77. Wasted Years '99 (Live)

terça-feira, 19 de maio de 2009

...And The Raw Metal Power - 2002


Primeiro álbum gravado pela banda Nordheim, fundada em 1995, inicialmente contando com Hélio Oliva (Vocals), Gustavo Harrass (Guitars) e Fábio (Guitars), para completar a banda foram convocados Roberto Sans (Bass) e Fabiano (Drums).

Executando um heavy metal tradicional, mesclando elementos oitentistas ao trash, o Nordheim logo ganhou o underground carioca, realizando muitos shows e conquistando diversos fãs.

Com o passar do tempo, houve a troca de membros da banda, mas, logo a banda se estabilizaria, com os integrantes: Hélio Oliva (Vocals), Davis Ramay (Guitars), Thiago Perrel (Keyboards), Roberto Sans (Bass), Gustavo Silveira (Guitars), Armando Pereira (Drums).

No final do ano 2000 a banda começa a preparar a gravação de seu CD demo, chamado de "River of Death", sendo produzido por ninguém menos que Renato Tribuzy, até então vocalista da banda Thoten.

Com a excelente aceitação do CD demo, no final do ano 2001, a banda inicia a gravação do debut, produzido por Sidney Sohn e lançado pela Marquee Records em 2002.

A banda lança então “...And The Raw Metal Power!”, um excelente disco mostrando melodia e agressividade. Os vocais limpos de Hélio e os guturais de Gustavo se mostram muito bem entrosados. As guitarras assim como o trabalho da cozinha nos remetem aos tempos áureos do Heavy Metal Tradicional com pitadas de Trash.

Sem dúvida um trabalho de extremo bom gosto tanto na parte instrumental, como na parte artística do encarte. As ilustrações são ligadas as músicas e são muito bem feitas. Na parte central do encarte existe uma foto de toda a banda em um museu aeronáutico do Rio de Janeiro.

Hoje com algumas mudanças de line-up, os membros restantes seguem como banda de apoio para Renato Tribuzy em sua ascendente carreira solo.


A aquisição do CD é mais fácil aos fãs residentes no estado do Rio de Janeiro, mesmo assim é um item incomum de ser achado nas lojas, mas quem tiver a oportunidade, compre.

Confira:

01. River of Death
02. Doomsday
03. Raining Fire
04. Out of Control (The Devil's Ballad)
05. Before the Light
06. Alone in the Dark
07. Threads of Fate
08. Easy Rider
09. Evil Intentions
10. Hammer of Gods
11. Damnation of Gods (Ragnarok)