sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Blaze Bayley 13 01 2011 - Hard Rock Café - RJ

Assim como em 2009 e 2010, Blaze Bayley voltou novamente ao Brasil para dar início à 2ª parte da tour do álbum Promisse & Terror na América do Sul.

Por volta das 21:30hrs o que se via no local eram fãs chegando e alguns na fila para comprar ingresso. Ao entrar no Hard Rock Café, palco pronto só esperando a banda tocar. Eis que surge o Blaze no standing de merchandising já para autografar, tirar fotos e conversar com os fãs. Não é de hoje que Blaze demonstra toda sua humildade perante aos fãs. Alguns instantes depois começaram a surgir também alguns membros da banda para os toques finais nos instrumentos e autógrafos e fotos com os fãs.

Pouco depois das 23hrs surgem no palco Claudio Tirincanti (Bateria), Dave Bermudez e Jay Walsh (Guitarra), Nicko Bermudez (Baixo) e o Messiah! Dando início ao show, um dos mais novos clássicos de sua carreira solo: Blackmailer! Logo de início já se teria uma noção de como sería o restante do show.Em seguida Smile Back At Death do álbum The Man Who Would Not Die fez com que os fãs continuassem no mesmo entusiasmo. Faceless e City Of Bones do álbum Promisse & Terror não deixou ninguém parado.

Após a dobradinha, Voices From The Past caiu como uma luva no show e levou os bangers à loucura! Certamente uma das mais belas músicas escrita pelo vocalista.

Em seguida, a novidade da tour, a belíssima quadrilogia formada por Surrounded By Sadness/ The Trace Of The Things That Have No Words/ Letting Go Off The World/Confortable In Darkness deixou os fãs extasiados! Bela execução da banda!

Após a calmaría, veio Futureal que dispensa apresentação. Nítido o sorriso de Blaze ao ver o público enlouquecido!The Launch e Blood & Belief não deixaram o show esfriar em momento algum.

Após a dobradinha, Blaze foi em direção à platéia e exclamou a palavra “Freedom!” Não precisava apresentações, em seguida viria um dos seus maiores clássicos do Iron Maiden! Mas antes da música, Blaze falou aos fãs que Freedom era uma palavra que representa a banda. Sem gravadora, sem empresários, feito de forma independente, diretamente para os fãs. Com esse discurso, começou a belíssima The Clansman que fez o Hard Rock Café cantar em uníssono!

Após a brilhante execução de The Clansman, The Brave veio para animar os fãs mais antigos e Samurai fez novamente o público cantar energicamente com o vocalista.

A música auto intitulada do álbum The Man Who Would Not Die, mostra o poder da banda ao vivo. Simplismente destruidora, principalmente quando ao término dela é emendado logo Robot! Aí sim os fãs foram à loucura! São 2 músicas que em pouquíssimo tempo se transformaram em clássicos na carreira solo de Blaze.Para o final, foi reservada Madness And Sorrow, música poderosa que curiosamente abria a primeira parte da tour e a maior música já executada pelo Messiah: Man On The Edge! Com direito à alguns fãs mais exaltados subirem no palco e Blaze sorrir sem parar! Uma noite com saldo positivíssimo para os fãs. Um show de Heavy Metal extenso, pesado e com uma banda além de introsada, totalmente atenciosa com os fãs. Certamente Blaze cativa mais ainda os fãs que tem e ganha novos. Uma noite pra não ser esquecida pelos presentes!

Setlist:

Blackmailer

Smile Back At Death

Faceless

City Of Bones

Voices From The Past

Surrounded By Sadness

The Trace Of Things That Have No Words

Letting Go Off The World

Confortable In Darkness

Futureal

The Launch

Blood & Belief

The Clansman

The Brave

Samurai

The Man Who Would Not Die

Robot

Madness And Sorrow

Man On The Edge


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Shows Blaze Bayley - América do Sul


Hoje, dia 13 de janeiro, começa a segunda parte da tour do álbum Promisse & Terror em solos sulamericano! E o primeiro show será no Hard Rock Café, Barra da Tijuca - RJ às 22hrs.

Para lembrar um de suas passagens pelo RJ, vale conferir o vídeo de Voices From The Past no Circo Voador - 2009.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Show Imago Mortis 30 01 2011 - RJ


A banda Imago Mortis se apresentará no Centro do RJ dia 30 de Janeiro e para isso, soltou um vídeo de divulgação no youtube, feito por Cristiano Coutinho que também fez o video de divulgação do show de Blaze Bayley.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Entrevista Antonio Vargas - SAVANT (Janeiro - 2011)


Desde 1995 no cenário carioca, a Savant é uma das bandas que vem se destacando no conturbado underground nacional. Com a trajetória marcada por dois EPs (Portrait Of Reality e Evidence Elimination) e um full lenght lançado em 20067intitulado No Hope, a banda apresenta um som pesado, maduro e com muita personalidade.


E é por essas e outras que vamos bater um papo com Antonio Vargas, hoje vocalista e guitarrista da Savant além de ser o único membro original da banda.


Salve Antônio, tem um bocado de tempo que nós não nos esbarramos mais pela Pedro Lessa. Primeiramente Antônio gostaria de saber o que te levou a ser vocalista de uma banda de Thrash Metal e qual o seu primeiro contato com o Heavy Metal?


Antonio: Sim tem tempos que não nos vemos. Depois da morte de Carlinhos, foi muito difícil para eu voltar lá e não vê-lo mais. Ele era um cara especial. Esse cidadão faz falta ao metal nacional.

Respondendo sua pergunta, meu primeiro contato com heavy metal faz tempo. Estou velho (risos) ... mas faz tempo. Respondo essa entrevista às vésperas do meu aniversário e lembranças vêm à tona. Lembro-me de tantas coisas que escreveria um livro aqui. Cresci ouvindo rock com meu pai que curtia Hendrix, Led Zeppelin, Pink Floyd entre outros. Ou seja, a cultura rock sempre esteve na minha casa. Com certeza foram bons tempos os fins dos anos 80 início de 90 onde o Caverna, o Garage e Circo Voador tinham uma magia diferente. Naquele tempo as pessoas iam aos eventos verem bandas autorais, independente de quem fosse. As pessoas iam porque era metal, entende? Não importava se era black, thrash, death ou tradicional. Cresci nesse cenário.


Quando montei a banda ela chamava-se Oráculo. Isso foi em novembro de 1995. A idéia inicial era eu ser o vocalista. Com o tempo, fui desistindo da idéia. Nesse intervalo de tempo tivemos Wanderson Silveira que gravou o Portrait of Reality ficando na banda até 2000. Depois veio Leo Sabre, que hoje voltou para banda fazendo a função de baixista. Em fevereiro de 2003 o Leo estava com uma série de problemas pessoais e precisou sair da banda. Desde então eu assumi. O destino quis assim!!!


Qual a preparação vocal você utiliza e os cuidados que toma para manter o pique durante um show?

Antonio: Procuro evitar gelados e descansar bem antes dos shows. Só depois do show que eu comemoro.




Você também atua como guitarrista da banda, como é conciliar as duas funções? Deve ser uma tarefa um tanto quanto árdua.


Antonio: O processo é árduo e complicado, Sou do tipo de pessoa que faço as coisas no feeling. Preciso acreditar no que canto e ter afinidade com a música. Pode parecer louco mas é assim que eu funciono. Depois que acredito no que canto e que tenho a convicção que a música expressa realmente o que sinto, aí as coisas ocorrem naturalmente.


O Savant está na estrada desde 1995 e o primeiro registro foi o EP Portrait Of Reality, lançado em 1999, como você analisa esse trabalho hoje?


Antonio: Foram trabalhos que me orgulho de ter feito. Se não fossem eles não teria aprendido nada na música e não teria chegado até aqui. Com erros e acertos, os trabalhos foram realizados de forma honesta e não devo nada para ninguém. Todos os trabalhos da banda Savant foram independentes.


Como foi a recepção do público em relação ao Portrait Of Reality?


Antonio: Na época as críticas foram boas. Lançamos pelo selo da Varda Records, de Carlos Lopes (ex-Dorsal). Ele produziu o cd e na mesma época estava lançando o seu selo. Fizemos poucos shows devido às mudanças de integrantes na banda, o que acabou prejudicando a divulgação. Além desses fatores ocorreram outros que acho que não cabe falar. Já se passaram muitos anos e não vale à pena ficar mexendo em algumas feridas. Entretanto digo uma coisa: não se pode pagar por àquilo que não se fez.


Como foi concebida a arte da capa?


Antonio: Foi feita pelo W. Perna (Genocídio). Inicialmente, nós tínhamos uma capa feita M. Reeve e Helio Lambais. Houve um problema técnico sério na época que Carlos Lopes acabou resolvendo da seguinte forma: chamando o Perna para fazer a capa. Para você ter uma idéia, eu só soube como era a capa no dia que abri a caixa da fábrica na casa do Carlos Lopes. Sendo assim não tenho muitos detalhes para explicar como foi feita mas, com certeza, atingiu as nossas expectativas.




Em 2004 a banda lançou mais um EP chamado Evidence Elimination, Em sua opinião, houve alguma mudança na sonoridade entre os dois registros?


Antonio: Com certeza. Foi a virada que a banda precisava fazer no aspecto musical. Mudança de sonoridade, forma de compor e tecnologia melhor. Foi um recomeço importante.


A música Chaos II presente em Evidence Elimination é realmente uma continuação para a música Caos lançada em Portrait Of Reality?


Antonio: Com certeza é.


O Savant tem como tema as mazelas da sociedade, como dito no site oficial, vocês mostram a degradação humana, a deturpação dos valores e a destruição do mundo que conhecemos. A revolta com a condição humana atual se mostra clara no peso da banda e em seus vocais, como você enxerga a sociedade hoje?


Antonio: A sociedade está mudando para pior. Podemos dizer que é evolução ver tudo se resumir a uma tela e teclado? Pergunto-os: nos dias atuais, quais são os bons momentos que temos neste mundo globalizado onde tudo é descartável, com as relações pessoais digitalizadas e com o tempo mais rápido do que realmente é? O homem inventou a tecnologia para serví-lo e, na verdade, tornou-se escravo dela.


Acredito que a falta de cultura e educação são alguns dos principais problemas de nossa sociedade atual, isso se reflete em vários aspectos inclusive em uma grade televisa pobre e manipuladora. Qual a sua opinião sobre isso?


Antonio: Concordo contigo em parte. Este problema é muito maior do que pensamos. O problema educacional do Brasil é crônico, desde a época de sua descoberta até o fim da primeira república. Quando houve a era Vargas o Brasil melhorou a educação e ela vinha evoluindo bem até a ditadura militar no fim dos anos 60. Portanto, falar de educação num país onde as pessoas não sabem a real história de sua pátria; onde não há estímulo e estrutura para estudar e pensar, é uma tarefa deveras árdua. Sendo assim, penso que uma grade de televisão não pode ser vista como o maior reflexo deste tema embora sua observação proceda.


O Rock / Heavy Metal de uma maneira geral sempre foram estilos de música com conteúdo na maioria dos casos. Seria essa questão um empecilho para que as bandas não toquem em rádios AM/FM?


Antonio: Talvez!!! Na verdade, pode ser que o problema esteja em nós. Enquanto o público de heavy metal brasileiro ficar fragmentado, subdividido em guetos e, principalmente, não der força as bandas que emergem no cenário nacional; as rádios não darão força e espaço para nós. Entretanto, com a era digital o conceito de rádio AM/FM está caindo; dando espaço para a criação de web rádios. Na verdade o problema mudou e piorou, pois hoje há a rádio do estilo x,y e z de metal. Isto é uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo em que difunde um estilo, as pessoas acabam se isolando dentro de um gueto, afastandos-se dos demais, fragmentando ainda mais classe. Essa é a minha visão.


Hoje temos o advento de rádios online que possibilitam que algumas bandas tenham um mínimo de promoção e divulgação, inclusive o Savant está na programação de algumas delas. Qual a importância deste tipo de meio de comunicação para as bandas underground e até mesmo algumas consideradas mainstream?


Antonio: Sim, colabora. É indubitável a importância para divulgação de uma banda quer seja ela iniciante ou “mainstream”. É melhor caminho para universalizarmos o nosso trabalho.



Falando em underground. Como você encara o cenário Rock / Heavy Metal de nosso país? Qual seu ponto de vista sobre a cena carioca?


Antonio: Essa é uma pergunta que fico um pouco ressabiado de responder. Sou do tipo de não ter pudores de falar o que penso e a vida me ensinou que as pessoas não estão prontas para ouvirem as verdades. Se eu abrir a boca, relatarei muitas coisas que já vi de errado e, que de certa forma, explicam o porquê de algumas coisas que ainda acontecerem. Se eu o fizer tenho certeza que amanhã serei retaliado. São vários fatores que precisam mudar e o primeiro é a mentalidade do público, conforme já mencionei em respostas anteriores desta entrevista.


Recentemente em alguns fórums, e também em alguns posts em blogs, os fãs tem reclamado muito dos produtores de eventos do Rio de Janeiro. O quão válida você acredita que sejam essas reclamações? Você acha que ainda existe muito amadorismo na cena?


Antonio: O problema é gigantesco, meu caro.

Entendam uma coisa: o Rio já foi um “el dorado” do metal nacional no fim dos anos 80, início de 90. Por causa de um produtor que monopolizava os eventos naquela época, no qual eu não citarei nome por uma questão de ética, que a cena de metal do RJ foi para o buraco. Esta é a única verdade!!!

O público desta época era fiel e motivado a ir para os shows pois os grandes eventos aconteciam, como por exemplo o Rock in Rio e Hollywood Rock. Olha que tinha inflação na época. Havia espaços para tocar mas, o cara fez tanta merda que destruiu tudo. O Rio ficou entregue as traças.

Para colaborar com esse cenário trágico em 1995, o Circo Voador, que era um local onde muitas bandas nacionais que explodiram na época tocaram, fechou e demorou muitos anos para ser reaberto.

Depois começaram com essa história de pagar para tocar para abrir para banda “mainstream”. Quer que diga onde este problema começou? Eu sei quem, como e onde foi. Tenham certeza que, todos que se propõem a montar e ter uma banda ainda sofrem conseqüências pelo precedente aberto por uma banda das antigas que está extinta.

Para completar a celeuma, os produtores começaram a fazer eventos de banda cover, na tentativa de chamar e garantir o público o evento. A maior prova disso que o maior evento de metal no RJ hoje é de cover. Tem locais que só colocam banda autoral se tiver uma cover no mesmo evento. O produtor que tenta fazer show com banda autoral tem saído no prejuízo constantemente e fica com o evento vazio. O público precisa entender que sem ele nada acontece. A mentalidade precisa mudar.

O que acho mais impressionante é que tem gente que fala que não tem dinheiro para uma num show de banda nacional que custa em média R$ 10, 00; R$ 15,00, mas tem para pagar R$200,00 num show de banda gringa, com direito a compra de cd e merchandising. Pergunto: será que as bandas nacionais são tão ruins assim?

As pessoas precisam entender algumas coisas: sem público não há receita; sem grana não há estrutura e divulgação e; sem estrutura não há show. O pior é: sem local para shows e público que apóie as bandas autorais nacionais, estas acabam se desmotivando e encerrando suas atividades. Este é o cenário.

Hoje em dia, há poucos produtores sérios que tentam fazer as coisas de forma adequada aqui no RJ e no Brasil. Eu vejo o grau de dificuldade que estas pessoas encontram para reverter o quadro e fazer o cenário renascer. Pelo menos a perspectiva é melhor do que há de algumas anos atrás. Hoje, há gente de boa índole e com disposição para fazer algo de bom.


Mudando de assunto, como se deu e como foi o seu encontro com o grande mestre Tom Araya (Vocals, Bass – Slayer)?


Antonio: Foi um momento ímpar e rápido. Foi no dia em que eles fizeram o show da turnê do Christi Illusion aqui no RJ. Se eu não estiver enganado, dia 6 de setembro de 2007. Descobri qual era o hotel que eles estavam hospedados. Fui lá, na esperança de vê-los e consegui. Foi tudo muito rápido. Eles estavam saindo para o local do show. Ele foi solicito e simpático. Agradeço-o por este momento.



Em 2007 o primeiro full-lenght da Savant foi lançado, intitulado No Hope. Como foi a repercussão deste primeiro trabalho?


Antonio: Foi excelente a repercussão. A mídia em geral curtiu e as resenhas foram positivas. O No Hope foi a síntese de um trabalho de vários anos, de pessoas que deram muito duro para fazer um disco honesto, sem pedir um centavo para ninguém.


Como foi a promoção do álbum? E os shows?

Antonio: Fizemos poucos shows devido aos problemas que citamos acima do cenário carioca. Isso atrapalhou um pouco.


Como foi o trabalho de produção e gravação realizado em No Hope?


Antonio: Fizemos tudo com o Sidney Sohn. Ele participou do trabalho do Savant desde a época do Evidence Elimination, que foi a prévia do cd. Trabalho na pré produção, gravação, mixagem e masterização. É uma pessoa fantástica que sabe extrair o melhor que cada músico pode fazer.


Como foi a preparação da parte gráfica?


Antonio: Todas as artes internas e capa foram escolhidas e aprovadas pelos membros da banda na época, junto ao nosso amigo V. Mesquita (Shogun) que foi o responsável pela arte.


O que mudou na roupagem da música Claim, presente também no EP Evidence Elimination?


Antonio: Engraçado você falar sobre essa música. O pessoal da imprensa gosta dela. (risos) Houveram poucas mudanças. Como a versão do Ep Evidence Elimination é uma prévia do que veio acontecer no cd, deu liberdade para a banda mudar alguns detalhes e fazer um polimento na música. Há uma virada de bateria na volta da parte instrumental que não tinha e alguns overdubs de guitarra.


Fiquei sabendo por alto que a banda sofreu algumas alterações em seu line-up, a informação procede? Se sim, quais as alterações?


Antonio: Sim houve, infelizmente. Isso parece uma síndrome na banda. Sobrei apenas eu e precisei remontar a banda mais uma vez. Demoramos a remontar, mas estaremos de volta aos palcos agora em 2011 com uma formação que fará história. Estou otimista.


Nos meios de divulgação da banda, temos um “comunicado” dizendo “Novo Savant Em Breve”, isso se deve a reformulação da banda ou um novo registro?


Antonio: É inevitável que quando uma banda passa por um processo de reformulação grande ela não seja nova. Porém, tive o cuidado de trazer para banda pessoas que somem; trazendo novas idéias e respeitando o que o Savant já construiu até então. Hoje contamos com Diego Cunha (guitars), o velho e bom amigo Leo Sabre (bass) e, fechamos o line up com Rogers Viana (drums).


Quais os planos para o ano de 2011?


Antonio: Já estamos com sete músicas novas prontas. A galera que entrou está trabalhando duro mesmo, contribuindo de forma positiva e pontual para as composições. São pessoas geniais e estou otimista quanto ao futuro. Começaremos os ensaios agora em janeiro. Iremos executá-las nos shows e ver a aceitação de todos. Somaremos estas novas às músicas do “No Hope” e outras velharias. Vamos fazer alguns shows, mas o principal objetivo é gravar o novo cd.


Antônio gostaria de agradecer em nome da equipe do blog a entrevista e dizer que estamos ansiosos aguardando um show do Savant. Fica o espaço para uma mensagem aos fãs.


Antonio: Fãs??!! Aonde? Risos. Brincadeiras a parte, queria agradecer o espaço concedido por você para esta entrevista e pedir desculpas aos leitores caso eu tenha sido excessivo em alguma resposta. Apenas tenho um compromisso: ser verdadeiro. Abri meu coração para todos que leram esta entrevista. Responder esta entrevista na véspera do meu aniversário foi um presente.


Espero poder encontrar nos eventos de bandas autorais, head bangers de todos os guetos. Só nós podemos mudar o que aí está.

Mais uma vez obrigado Antônio e pra vocês conhecerem a banda acessem os sites: www.savantmetal.com e www.myspace.com/savantmetal

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

In The Halls Of Our Ancient Fathers - 2010



Da terra da gaita de fole, não podíamos esperar menos do que uma boa banda de Folk Metal com o tradicional flerte com o Black Metal.


A banda formada por Steven Roche (Vocals, Keyboards), David Quinn (Guitars), Emile Quigley (Bass) e Chareyre Anais (Drums) nos brindam com uma excelente sonoridade. Pesado e consistente o som destes irlandeses nos remete aos campos de batalhas nas Highlands, se imaginar postando uma espada e lutando em campo aberto não é uma tarefa muito difícil.


A banda foi formada em 2007 e este é o seu primeiro full-lenght, antes disso eles haviam lançado apenas uma demo em 2008 chamada Signs Of War.


A capa assim como o logotipo e todo conteúdo apresentado na arte é voltado para a cultura celta. Talvez como em vários registros o problema aqui seja a duração do mesmo. São um pouco mais de 34 minutos apenas de música dispostos em sete faixas.


Já que tocamos no assunto, vamos lá, as faixas são: Nemed’s Wake, Rise Of Lugh, In The Halls Of Nuada, A Warning To Balor, Riders Of The Fomor, The Sons Of Tuireann And The Blood Fine, The Wavesweeper.


Todas as faixas apresentam a mesma sonoridade, isto pode ser chato para alguns ouvintes, mas como o registro é curto, pelo menos da minha parte não ouvi nenhum problema.


O registro é bem gravado e os instrumentos estão na dosagem certa ou seria celta? Desculpem o trocadilho infame, não agüentei.


Enfim, a Irlanda se redime por nos ter dado o U2 huahuahuahua, nada pessoal.


Já ia me esquecendo este trabalho dos irlandeses do Celtachor pode ser baixado no Myspace da banda, baixe, comente e se vicie: http://www.myspace.com/celtachor


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Show Imago Mortis 30 01 2011 - RJ


A banda IMAGO MORTIS volta aos palcos cariocas, executando, na íntegra, o seu trabalho mais bem sucedido, no concerto intitulado Vida - The Play of Change.
Imago Mortis sempre foi considerado um dos nomes mais importantes de Rock Pesado do país, tendo na bagagem, 03 trabalhos com repercussão internacional.

Após 4 longos anos sem apresentações no Rio de Janeiro, e 2 anos longe das atividades, a banda retoma os palcos neste show em Caráter Especial.

A abertura do show contará com o renomado Dj Norte-Americano “Dj Defiant”, muito aclamado pelos amantes do gênero. Seu set terá músicas climáticas e atmosféricas, além de rock e d'n'b.

Para os 100 primeiros, os ingressos promocionais serão vendidos a R$ 10,00;
R$ 15,00 na Lista Amiga e R$ 20,00 no dia.

Local: TEATRO ODISSÉIA,
30 de Janeiro
Rua Mem de Sá 66, Lapa.
Fone: 2224.6367

Abertura da Casa: 18:13 h
Início do Show: 20:13 h
Classificação Livre

Para mais informações acessem o myspace da banda!

domingo, 2 de janeiro de 2011

Show Blaze Bayley 13 e 15 de janeiro RJ


Pelo terceiro ano consecutivo, Blaze Bayley dará novamente as caras no Brasil agora em Janeiro.

Em 2009, o Messiah veio ao Brasil trazendo a tour do álbum The Man Who Would Not Die. Em 2010, ele trouxe a tour do álbum Promisse & Terror e agora em 2011 ele traz a segunda parte da mesma tour com o setlist um pouco modificado.

Blaze terá no palco a companhia dos irmãos David e Niko Bermudez (baixo e guitarras respectivamente), Jay Walsh (guitarra) e Claudio Tirincanti (bateria), esse último substituindo o ex-baterista da banda Larry Patterson que deixou o posto logo no início da tour.

Em 2011 o RJ terá direito à sediar 2 shows! Um no dia 13 de janeiro, no Hard Rock Café que sediou o show de 2010 e outro dia 15 em Macaé no Festival de Verão.

O show do Hard Rock Café ocorrerá está previsto para às 22hrs e o ingresso custa R$60. Quem quiser comprar o ingresso antecipadamente, pode acessar o site da Ticket Brasil ou nas lojas Hard'n Heavy (Flamengo), Sempre Música (Ipanema) ou Scheherazade (Tijuca). E o show de Macaé será GRÁTIS!!!

A divulgação dos shows está sendo feita pelos fãs. Inclusive, nosso amigo Cristiano Coutinho do blog Rais Fonorgrei fez um vídeo de divulgação do show do dia 13 de janeiro. Vale à pena conferir. O vídeo ficou tão bom que foi parar no site oficial do vocalista!

Aproveite também para acessar o Rais Fonorgrei e saber os 5 motivos para ir à um show do Messiah!

Resta aos fãs esperarem por outro excelente show assim como os de 2009 e 2010!



sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz Ano Novo!!!



Esse 2010 foi muito especial pro Rio Metal. Representou uma Nova Era do blog.

Conseguimos realizar nossos projetos e trazer à vocês entrevistas com gente grande como: Edu Falaschi, Michael Polchowicz, Eduardo Martinez, entre outros.

Através disso adiquirimos novos leitores e seguidores para o Blog.

Obrigado à todos que contribuíram com o Rio Metal nesse ano de 2010, e em 2011 esperamos trazer muita coisa boa pra vocês!!!

Feliz 2011 com muita saúde, paz, sucesso e MUITO METAL aos nosso leitores e amantes do Heavy Metal!

FELIZ ANO NOVO!!!! FELIZ 2011!

Ass:

Equipe Rio Metal!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal !!!


O Rio Metal deseja à todos nosso leitores e amigos um FELIZ NATAL e um FELIZ METAL com muita saúde,paz e prosperidade à todos!!!!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Show Venus Attack 12-12-2010, Porto Alegre


A Venus Attack estreou nos palcos domingo, dia 12 de dezembro em Porto Alegre no local conhecido como Beco, abrindo o show para o consagradíssimo Glenn Hughes. E não podia haver estréia melhor do que com casa lotada!!!

A banda subiu ao palco, apresentando o vocalista Michael Polchowicz, o baixista Daniel Mueller, o baterista Renato Larsen e exlusivamente nesse show,o guitarrista Lucas Santorum, suprindo a ausência do guitarrista oficial da banda Jairo Borba.



O setlist da banda contou com 8 músicas, sendo 6 autorais que estarão presente no debut da banda à ser lançado ano que vem!




Setlist:


Intro

Eternal Hate

Lost Bullet

Broken Conscience

To Tame a Land (Hangar)

- brincadeira com uma música dos anos 80 do Spandau Ballet chamada "True"

Looking For The Meaning

Hear Me Pray

Flash of the Blade ( Iron Maiden)

S.O.S.


Para conhecer mais um pouco da banda, basta acessar o myspace e ouvir por lá os dois singles já divulgados: "S.O.S" e "Looking For The Meaning" .


Fotos por Liny Rocks



segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Déjà Vu em Caxias - Angra 12/12/2010


Querem saber o por que do título do texto é "Déjà Vu em Caxias" ? Saberão abaixo!

Em 2009 o Angra pisou pela primeira vez em Duque de Caxias – RJ, na baixada Fluminense para ser a atração principal de um mini-festival no Clube Recreativo Caxiense, previsto para às 14:00hrs, sendo produzido pela All Rock Point.

A primeira impressão tirada ao chegar no local foi horrível. Uma quadra poliesportiva onde havia um palco montado em cada extremidade dela onde as oito bandas de abertura, fariam um revezamento até a última banda tocar e começar o show do Angra. Havia além dos palcos na quadra, um salão onde tocariam as bandas covers.

Logo de cara um problema: O salão onde tocariam as bandas covers não tinha energia elétrica, foram quase 03:00hrs de espera até elas começarem a tocar!

Segundo problema: Não havia equipamento de som em um dos palcos da quadra principal, então tentaram utilizar os equipamentos do Angra, que obviamente não foram emprestados, o que acarretou no não revezamento entre palcos. Portanto um palco ficou arrumado somente para o Angra já que não havia equipamento da casa nele, somente os da banda e as bandas de abertura tiveram que tocar em somente um palco. Logo de cara, percebia-se o amadorismo da produção.

Outro fato inusitado era a venda de CDs e DVDs piratas no evento. Como um local, realizando um show pode realizar a venda de pirataria? Eram CDs e DVDs de várias bandas nacionais e internacionais dentre eles podemos citar o DVD AnimeLive do Shaman que era lançamento na época.

Voltando ao fator principal, as bandas começaram a tocar às 17:00hrs. Como eram oito bandas, era óbvio que alguma não iria tocar. Foi o que aconteceu com a banda Septerra ao subir no palco quase às 20:00hrs para organizar-se e iniciar a apresentação.

Pontualmente às 20:00hrs enquanto a banda terminava a arrumação do palco, ecoou no som Unfinished Allegro no palco principal e iniciou-se o show do Angra. Era notável o “sofrimento” da banda ao tocar no local. Todos subiram ao palco demonstrando a pouca vontade de estar ali.

Apesar de tudo o Angra foi extremamente profissional, fez bem o seu show e foi embora com dever cumprido. O fato lamentável deu-se ao término do show em que o produtor do evento subiu ao palco colocando toda a culpa dos problemas no Angra, coisa que de fato não ocorreu!

Outro ponto lamentável foi após Felipe Andreoli postar na comunidade Oficial do Angra no Orkut um relato falando sobre as péssimas condições do camarim do local.

Ao fim do show muitas pessoas falaram que nunca mais colocariam os pés no local que além do péssimo acesso, para os fãs irem embora é muito complicado pois os ônibus só circulam até um determinado horário. Outro pensamento seria “O Angra nunca mais irá voltar aqui!”

Eis que agora em 2010 rolaram muitos boatos que o Angra iria tocar no Canecão em novembro, algo que não foi confirmado e para surpresa geral a banda foi confirmada em Caxias em dezembro, no mesmo lugar que outrora foi criticado pelos membros da banda, agora produzido pela Rock Hero! E nos mesmos moldes de 2009. Trocentas bandas de abertura, 2 palcos, etc!

Evento marcado para começar às 15:00hrs, começou somente às 19:30hrs pois o local não tinha energia elétrica para os palcos, o gerador só chegou Às 19:00hrs. Novamente várias bandas de abertura e uma novamente não tocou. A venda de produtos piratas também permaneceu esse ano.

Às 20:00hrs foi possível ver no twitter Ricardo Confessori dizer que a banda tinha acabado de sair da passagem de som. Às 21:00hrs foi a vez de Felipe Andreoli dizer que o show estava bastante atrasado!


A banda só foi subir ao palco por volta das 23:00hrs, demonstrando assim como em 2009 todo seu profissionalismo e respeito com os fãs. Muita gente foi embora antes mesmo do show e durante também! É possível ver na comunidade da banda no Orkut o relato dos fãs sobre o abuso da produção e a dificuldade de ir embora do local quase 01:00hr da manhã.

Por fim Andreoli e Edu foram ao twitter agradecer aos fãs pela presença e Andreoli ainda enfatizou o ponto da desordem da organização. A pergunta que fica no ar é a seguinte: Por que, mesmo depois da péssima organização do show de 2009 a banda topou voltar ao local em 2010?

Esperamos que em 2011 a banda volte ao RJ mas em um local decente, onde seja bem estruturado e com uma produção muito melhor!!!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Show, Angra - 12 - 12 - 2010 (RJ)


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Show, Angra - 12 - 12 - 2010 (RJ)


Bom, a banda Angra se apresentará no Clube Recreativo Caxiense (Duque de Caxias - RJ) no dia 12 de Dezembro de 2010.

O show faz parte da turnê de promoção do mais novo álbum da banda, Aqua.
O evento se iniciará as 15 hs e os preços dos ingressos são R$ 15,00 (1º Lote) e R$ 20,00 (2º Lote) e podem ser adquiridos no site http://www.playgroundstore.com.br

O Recreativo Caxiense fica na Rua Manoel Vieira, 397 - Centro. Duque de Caxias, RJ.